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É divertido, mas só isso.

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O review não contém spoilers!

Depois de Guerra Infinita, chegou aos cinemas Homem Formiga e Vespa. O longa é bem focado na construção da personagem Vespa (Evangeline Lilly) e o desenvolvimento de Scott Lang como herói e pai, mesmo após o primeiro filme.

De inicio, já adianto que não correspondeu as minhas expectativas. Certo que é um filme de herói com uma doce reforçada de comédia. Porém, em diversos momentos as piadas ficaram forçadas e deslocadas. Eu diria tranquilamente que é um filme de sessão da tarde, onde você se diverte, mas sabe que aquilo não é tudo isso.

A vilã não tem os seus poderes bem explicados. E a motivação dela, ao meu ver, é absurdamente clichê. A atriz (Hannah John-Kamen) cumpre bem o papel. Ela entrega o que a personagem exige, mas duvido que volte a ser aproveitada no MCU.

O destaque de Homem Formiga e Vespa, não vai para nenhum dos heróis. E sim para o Luis, interpretado por Michael Peña. Por que o filme estava na tonalidade exata para fazer o humor do ator brilhar. Tem uma cena, similar a outra do primeiro filme, que é hilária, o cinema todo cai na risada.

Lamentavelmente, o filme faz poucas conexões com o universo Marvel. Claro, Guerra Civil é citada para justificar um acontecimento importante na vida de Scott Lang e Henry Pym. Mas estamos tão empolgados pra ter respostas a respeito do próximo Vingadores, que pelo menos, poderiam ter introduzido melhor o reino quântico.

Então, mesmo com todos esses defeitos e sendo um filme com soluções fáceis para qualquer criança entender, ainda sim é possível se divertir assistindo. Tem ótimos efeitos especiais e serve pra consolidar os heróis como dupla.

Obs: A primeira cena pós créditos é muito boa. Nos deixa apreensivos pelo próximo Vingadores. Mas podia ter algo a mais.

Nota do filme: 6.5 / Escrito por: Luiz Antunes.

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Hereditário é um clássico do terror!

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O review não contém spoilers.

Assim como alguns reclamam da formula Marvel, podemos dizer que os filmes de terror também têm formulas impregnadas. Aquelas histórias repetidas de adolescentes ou famílias que vão parar em uma casa assombrada, ou no meio do mato com espíritos e assassinos.

Então o que Hereditário tem de diferente em relação a tantos outros? A tensão! O filme apresenta alguns elementos interessantes de suspense no primeiro ato, principalmente através da filha mais nova, Charlie Graham, de maneira lenta para que você observe a personagem. Mas no segundo ato, o filme embala num ritmo de tensão, terror e suspense, que para quem imerge na situação é algo quase que sufocante. E esse clima se mantém até o final.

É plenamente visível que Hereditário foge do comum ao apresentar um enredo consistente, com uma bela fotografia e personagens bem construídos e roteirizados. Porém, é preciso ficar atento para não perder os detalhes da trama. Por que tudo só vai fazer sentido no final, se você prestar atenção.

Por ser uma surpresa tão positiva, a obra cinematográfica está sendo comparada nos Estados Unidos com O Exorcista e O Iluminado. Daqui alguns anos, não tenho dúvidas que chamaremos esse filme de clássico do terror da nossa geração.  Ele pega elementos usados em tantos outros filmes, e fornece sentido a eles com o toque de suspense necessário para te fazer grudar os olhos na tela.

Em termos de atuação, vale o destaque para Alex Wolf vivendo o personagem Peter Graham. Wolf tem em sua filmografia papéis que não exploraram seu potencial. E aqui, ele não somente dá um “show”, como também é a surpresa do filme. No ambiente de tensão na casa depois de alguns acontecimentos, ele transmite com fidelidade a ideia de um garoto confuso, apavorado, que não sabe lidar com o que vê ou sente, em relação a si próprio ou a mãe (Annie Graham). O público acaba criando empatia com esse personagem e se coloca no lugar dele em diversos momentos.

Vale a pena assistir? Claro que sim! Entendo que estão chegando lançamentos importantes no cinema, como Os Incríveis e Homem-Formiga, mas reserve um tempo para assistir Hereditário. Por que esse filme merece ser assistido em uma sala de cinema, para imersão nas situações e a tensão fique a “flor da pele” devido ao som de qualidade.

Nota do filme: 9.5 / Escrito por: Luiz Antunes. 

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Melhor do que se esperava!

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Review sem spoilers de Solo

Desde o anuncio da Disney sobre o filme do contrabandista mais famoso da galáxia, havia muito mistério e dúvida sobre o resultado final de Solo: Uma História Star Wars. Para a minha surpresa, o filme conseguiu se destacar em alguns aspectos, levando uma boa aventura para o público.

Primeiramente, vale destacar o potencial do ator Alden Ehrenreich interpretando Han Solo. Existiu muita pressão por parte dos fãs e mídia, a respeito dele ter assumido o papel. Então, não espere ver muita inspiração no Harrison Ford na atuação, mas tenha a mente aberta para enxergar um jovem Han Solo nele. E posso garantir, que assim verá a essência do personagem ali.

Donald Glover interpretando o Lando foi bem. Teve tempo de tela para mostrar seu talento, mas, particularmente, queria ver mais cenas dele e de Han interagindo. Alguns reclamam que Donald foi muito carismático, mas o que disse sobre Han, também se aplica a ele: – O público precisa ter uma nova visão do personagem.

A pergunta que não quer calar é: – O filme é bom? Sim! Porém, isso não quer dizer que é um filme de “encher os olhos”. É divertido, apresenta personagens interessantes que agregam no rumo da história, tem boas cenas de ação, mas tem lá seus defeitos.

O principal problema é que no segundo ato, o filme fica lento. Então pra quem acompanha um primeiro ato tão dinâmico, não espera que o filme fique morno logo a seguir. Porém, o ato final compensa com ação, uma boa solução de roteiro e uma surpresa, meus amigos, de tirar o folego pra quem é fã.

Outro pequeno problema, é que o romance não foi bem desenvolvido. Se você quer apresentar que um personagem é importante para outro no cinema, tem mais formas de fazer isso do que mostrar os dois em momentos “fofos”, como ocorre em outros milhões de filmes.

Vale a pena assistir? Óbvio. Solo: Uma história Star Wars, tem momentos de tirar o folego e arranca risadas da plateia em diversos momentos. A lentidão do segundo ato e o fraco romance desenvolvido, não estragam a diversão. Vale o ingresso e você sairá do cinema com a sensação de ter visto um bom filme, que provavelmente foi o pontapé para uma franquia.

Escrito por: Luiz Antunes

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Guerra Infinita não é um filme bom, é melhor!

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Esse review não contém spoilers, então pode seguir lendo tranquilamente.

O primeiro item a se destacar é que a Marvel deu um salto de maturidade nesse filme. Tem acontecimentos que chocam o espectador e tudo tem consequências e desenrolares. Claro, muita coisa ficou em aberto para a continuação no ano que vem.

Porém, mesmo com coisas em aberto e o universo Marvel incerto após tantos acontecimentos, Guerra Infinita é um filme “redondo”, que vai de ponto A até B, sem patinar. É tão bom, que nem é possível sentir as duas horas e meia de filme.

Importante dizer que: Diversos acontecimentos dos trailers, serviram para enganar. Se você espera ver mortes importantes, não vai se decepcionar. Ou seja, quando saíram as teorias dos fãs sobre o longa, alguns acertaram de modo magnifico. Sendo direto, a Marvel disse: – Vocês querem ver isso? Então TOMA! Inclusive, a resposta sobre a joia da alma é de tirar o folego.

Sobre o vilão, a história é contada sob o ponto de vista do Thanos, como os diretores já haviam alertado. E isso enriquecesse o personagem de um jeito, que é possível entender a motivação dele e o porquê de ser tão radical a respeito do seu objetivo. Para alguns, ele será o melhor vilão da Marvel, para outros, será um bom vilão. Mas acredito que ninguém dirá que ele ficou devendo.

O que chama a atenção é que mesmo com toda aquela quantidade de personagens, os irmãos Russo conseguiram dar espaço para cada um brilhar e operar conforme a necessidade. Evidente que nem todos personagens vão ter o mesmo tempo de tela, mas ressalto que todos os grupos de heróis que lá estão, tem um por que de estarem agindo.

Sobre os heróis que são destaque no filme, é obvio que o Homem de Ferro tem ótimas aparições, o Homem Aranha se desenvolve bastante como personagem, o Doutor Estranho é fundamental, mas o Thor, respeitem! Gente, o deus do trovão mostra todo seu potencial nesse filme.

O filme tem muito humor? Sim! Principalmente com os Guardiões da Galáxia. Isso está impregnado na formula Marvel. Só que, o humor mesmo que em algumas horas seja até um pouco exagerado, é entendível devido ao peso dramático e carga emocional que o filme carrega. Ou seja, existiu equilíbrio.

A respeito do final, tudo que posso dizer é que você passará um ano roendo as unhas pra saber a continuação. E acreditem no que vou dizer, se a Marvel já bateu recorde de pré venda com esse filme, ano que vem, todas as salas de cinema do mundo ficarão lotadas, quando saírem os ingressos. Por que todos irão querer ver o desfecho disso.

E pra finalizar, Guerra Infinita é sim um tapa de luva no universo cinematográfico da DC, dizendo: – Quer fazer os fãs ficarem loucos? Constrói tudo com calma.

Vale a pena assistir? Sim! Guerra Infinita é um filme divertido, que vai te fazer chorar e rir diante a tela do cinema. Se prepare para ser surpreendido e ver um vilão com motivações logicas, que não terá medo de usar a manopla do infinito contra os que estiverem no seu caminho.

Obs: A cena pós créditos é legal. Ela indica o quanto será importante olhar com atenção os próximos filmes da Marvel. Até por que, ao que tudo indica, vem alguém muito poderoso(a) por ai.

Autor: Luiz Antunes / Nota do filme: 9.5

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O poder de uma boa história.

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Jogador Numero 1 é a celebração do antigo Steven Spielberg. Todos que acompanham a carreira do cineasta, sabem que ele teve bons trabalhos nos últimos anos, mas nada comparado a De Volta para o Futuro ou Jurassic Park, que marcaram gerações.

Esse filme é a combinação perfeita de nostalgia gamer e cinematográfica, com um ótimo roteiro que é objetivo e simples. Apresentando algo que todos se identificam hoje em dia, que é a realidade virtual.

A mensagem de que por mais atraente que seja a vida nas redes, o que deve ser valorizado é a socialização direta e a interação com outras pessoas sem recursos digitais, é algo que todos devem refletir. Afinal, a tecnologia se desenvolve mais a cada ano e muitos preferem olhar pra tela do seu smartphone do que levantar a cabeça e observar o mundo.

Wade Watts (Tye Sheridan) não tem nada de especial como protagonista. Porém, isso o torna tão comum que o público facilmente se “coloca na pele” do personagem. E mais, a simplicidade dele o humaniza tanto, que você compra a ideia de que realmente ele faz tudo aquilo no filme, unicamente por que é o certo a ser feito.

O destaque de atuação vai para Mark Rylance, interpretando o nerd e desenvolvedor de games, James Halliday. Por que nele conseguimos enxergar o desejo de toda criança e jovem, em somente pegar um controle, ligar o vídeo game e sentir a alegria que isso proporciona.

Vale a pena assistir? Sim! Jogador Numero 1 tem diversas referencias de games e filmes, misturados com ótimos efeitos especiais, que dão vida a uma animação que cativa o público por tornar o OASIS algo tão “palpável”. A história tem um ótimo ritmo entre piadas e aventura, para que no terceiro ato você se emocione diante a tela do cinema.

Autor: Luiz Antunes / Nota do Filme: 9.0

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Mais do que uma mera continuação.

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Circulo de Fogo: A revolta, é um filme divertido, que se apoia na carisma do John Boyega, tem ritmo entre as piadas e a ação, entregando um bom resultado final a quem assiste.

O filme é clichê em alguns aspectos, principalmente por mostrar o protagonista (Jake Pentecost) fazendo aquela jornada do herói típica de outros milhões de filmes. Onde ele não aceita o seu propósito de imediato, algo acontece que o faz repensar, para que no terceiro ato aceite a missão.

Porém, é preciso olhar além disso e analisar o conjunto. Os efeitos especiais e os sonoros são incríveis, fazendo o espectador se envolver com as lutas de robôs gigantes e curtir o melhor que uma sala de cinema de qualidade pode oferecer.

Doutor Newton e Hermann, seguem como alivio cômico nessa continuação, só que agora com mais tempo de tela. E essa ligação entre os dois personagens arranca risadas da plateia e da imersão na aventura pelo que é apresentado.

É obvio que pra chegar no clímax da batalha final do terceiro ato, o filme acaba se arrastando na metade e tem alguns diálogos que não agregam tanto a trama. Mas isso é perdoável, pelo que vem na última parte.

Vale a pena assistir? Sim! Círculo de Fogo 2, surpreendentemente, não é somente mais uma sequência. É um filme que foi feito com cuidado para você levar a sua família e amigos, para uma diversão diante a tela do cinema.

Escrito por: Luiz Antunes / Nota do filme: 7.0

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Sinceramente? Muito sem sal!

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A segunda temporada de Jessica Jones demora para engrenar, não apresenta bem a mensagem que quer transmitir e tem um roteiro confuso em relação ao desenvolvimento dos personagens da serie.

O trunfo dessa temporada é a ligação emocional da Jessica com a mãe.  Isso a faz repensar sobre ser uma pessoa solitária e buscar novas visões sobre quem deve estar a sua volta. De certo modo, o espectador pode se conectar com a protagonista por esses problemas pessoais.

O problema é que essa ligação entre a Jess e a Alisa (mãe da investigadora) teve problemas de roteiro. Onde por vezes, não sabíamos até onde iria o amor ou a felicidade dela por ter encontrado uma pessoa da família. Jessica a chama de assassina, problemática, homicida, mas poxa, a J.Jones tinha matado o responsável pela segurança da cadeia. Soa como hipocrisia, não? Mas é roteiro mal escrito!

Falando em personagem, a que caiu no meu conceito foi a Trish Walker. Por que quiseram dar peso aos pensamentos que a motivaram a tomar ações drásticas, mas isso foi mal trabalhado, soando como “birra” de quem inveja a irmã adotiva por ter poderes.

Mas de outro lado, temos o maior acerto da serie com o drama pessoal da Hogarth. Uma advogada poderosa, rica e que ao ser enganada, sabe dar o troco com estilo. Carrie Anne Moss conseguiu passar o ar de uma mulher experiente, forte e injetou a carga emocional necessária para alguém que vive agora, com a morte a perseguindo.

Resumindo, vale a pena ver? Vale, mas você precisa estar preparado para assistir mais dramas pessoais do que ação e aventura,de maneira bem lenta até que as coisas comecem a ficar interessantes. Inclusive Killgrave fez tanta falta como vilão, que teve que “retornar” pra ajudar a engrenar a temporada.

Nota da 2ª temporada: 5.0 / Escrito por: Luiz Antunes.